quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Porta para a 4ª Dimensão


Janela Para a 4 ª Dimensão;
Nuno Carvalhal, da zona de Nambuangongo, com o Batalhão, foi para a zona de Malange, onde terminou a comissão, daí, regressou a Portugal. Viveu todas as peripécias, inerentes a sua juventude, carácter e espírito de aventura, que dariam para escrever muito, mas não neste contexto.
Regressou ao Porto, casou, nasceu uma filha, a mais velha, que teve uma grande influência na sua vida.
Contava a filha cerca de três anos, veio com ela e mãe, passar o fim-de-semana a aldeia, deixou a mãe em casa dos avós maternos, ia com a filha ao café, depois de uma curva acentuada, ao passar em frente a uma mina (posso cavado na horizontal), a miúda começa em altos berros, foi obrigado a continuar uma vez que não podia fazer inversão de marcha, devido a duas curvas acentuadas, seguiu e na recta quando fez a inversão de marcha a filha já estava calma. Mas ao voltar a passar no mesmo sitio, voltaram os altos berros e convulsões. Deslocaram-se imediatamente ao hospital de S João, onde a miúda foi consultada, analisada e seguida.
Três anos depois, em Moçambique, o Nuno ao passar pela mesa da sua secretaria, viu e pegou no livro a (3ª Visão, do lobsang Rampa), a secretaria diz-lhe, é um livro interessante, se quiser empresto-lho, agradeceu e pousou o livro. Ao passar na Minerva viu o livro e comprou-o, quando a noite, na cama, estava a ler, a filha, cujo quarto era em frente ao seu, chama-o dizendo (papa, papa, anda aqui gente), o Nuno corre ao quarto da filha e não vê ninguém, ela diz que era uma senhora, com dedos compridos e uma anel muito bonito, que saiu pela janela,
A janela estava hermeticamente fechada. No dia seguinte encontrou um amigo, bem colocado na vida, casado com uma médica de grande nome, que tinha disponibilizado um andar completo, num prédio moderno, para um Centro Espírita. Colocou-lhe a questão da filha e a resposta foi simples! Na próxima semana vem cá o Divaldo Franco (na altura e hoje grande médium Brasileiro), levas a miúda ao centro e ele diz-te o que ela tem. Assim foi, na semana seguinte o Nuno leva a miúda, o amigo apresenta-os, o Divaldo baixa-se, pede-lhe um beijo, levanta-se e diz, não é nada de grave, ela tem uma missão, sabe qual é e vai cumpri-la. Dois dias depois o Divaldo Franco fez na Sociedade de Estudos a demonstração da maquina de kirlian, que faz a fotografia da aura, campo energético que rodeia o homem, no decorrer da apresentação, a miúda começa a contrair-se e a fazer esforço para não chorar, devido a um problema de dentes, situação que preocupou imenso o Nuno, que não queria perder a palestra e apresentação da maquina, colocou-lhe a mão na cara com carinho, e diz-lhe, pensa em Deus que isso passa. A dor passou e os dois assistiram a palestra até ao fim.
O Centro Espírita, metia uma certa confusão ao Nuno, apesar de ter assistido a vários fenómenos, não os aceitava, era demasiado terra a terra, ver para crer. A primeira coisa que lhe ocorreu, foi tentar perceber quais os dividendos que os mentores, obreiros do Centro tiravam. Aí percebeu a grande obra que representava; os dividendos que o centro trazia aos que nele estavam envolvidos, não eram materiais, nem sociais, dispunham, não recebiam, em termos sociais, eram na altura proibidos.

Sem comentários:

Enviar um comentário